terça-feira, 13 de julho de 2010

ATIVIDADE 4 Diversidade de cursos e Divesidade de instituições de ensino

Entrevista:

"Atualmente há uma gama muito grande e variada de cursos e acesso a várias instituições, basta que os jovens dediquem-se que as oportunidades estão aí."
Professora de geografia Angela Cristina Bassani da E.E.B.Pe.Antônio Vieira.

"Diversidade de cursos não é o termo correto utilizado para algumas Universidades, pois sempre há uma demanda maior por um determinado curso que por muitas vezes a Universidade não oferece."
Aluna da Terceira Série do Ensino Médio Patrícia Grando.

"As diversidades de cursos e de instituições de ensino estão crescendo com a necessidade de um mundo mais globalizado. Com isso crescemos juntos em sabedoria e escolhas."
Opinião da integrante da equipe Andressa Boschetti.

As profissionais do setor pedagógico E.E.B.Pe Antônio Vieira Cleomar Tonello, Jaqueline Bordignon e Silvana Aiolfi deram a sua opinião sobre o tema:
"As instituições superiores nas suas maiores diversidades infocam que diploma é sinônimo de emprego e na verdade o que garante emprego e bom salário é competência, capacidade e dinâmica que o mercado de trabalho exige hoje, por isso as vezes um curso profissionalizante capacita melhor, por que o indivíduo faz e se identifica dando o seu melhor para ser o melhor.
Diploma em alguns casos como o da educação serve para entrar na docência mas a competência e a capacidade do docente vai aparecer quando chegar o número do IDEB, e nesse momento é que veremos onde está a tal da competência."

"Para o estudante fazer um bom curso é necessário que ele busque uma boa instituição de ensino, que hoje em dia tem várias opções de faculdades, universidades, federal, particular, estadual, a distância, frequentada, regular e intensiva, basta o estudante se dedicar e ver a qual lhe oferece melhor formação."
Opinião da integrante da equipe Fabiane Biasotto.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Curso Superior

O mercado de trabalho está cada vez mais exigente e competitivo. A busca constante por melhorias salariais para uma conseqüente melhoria na qualidade de vida é evidente em um mundo globalizado, porém, para ter uma carreira profissional promissora que propicie grandes ganhos em cifras monetárias e conhecimento um longo caminho deve ser trilhado.
Ao concluir o ensino médio, muitos jovens se deparam com um dilema: que carreira seguir? Optar por um curso que seja satisfatório profissionalmente e pessoalmente, ou que propicie altos ganhos financeiros? Para ter uma idéia de possíveis respostas para todas essas indagações, algumas opiniões foram consultadas de pessoas que estão cursando sua primeira graduação e também de quem já está no segundo curso e inserido no mercado de trabalho.
Num primeiro momento foi dado enfoque a quem ainda não está inserido no mercado de trabalho mas, está cursando o ensino superior: Junior Carvalho, estudante do curso de Agronomia da Universidade Comunitária da Região Oeste – UNOCHAPECÓ (Chapecó – SC), relatou o seguinte: “Para quem optar por cursar um curso em uma faculdade de renome o reconhecimento obtido pelo mercado de trabalho é outro totalmente diferente, além de abrir novas portas com várias oportunidades.”
Já a professora Ione de Oliveira Mik graduada em Tecnologia da Informação pela Universidade do Oeste de Santa Catarina UNOESC e cursando Licenciatura em Matemática pela Universidade do Tocantins – UNITINS, que trabalha professora de Tecnologia Educacional da EEB Pe. Antonio Vieira de Ipuaçu - SC tem uma visão diferenciada sobre curso de graduação e mercado de trabalho:
“Hoje em dia não podemos mais nos ater apenas a uma área específica sem nos especializarmos. Há muitos casos em que ao concluir um curso o formado se depara com uma realidade completamente diferente da esperada. O mercado de trabalho está em constante metamorfose e as tendências de empregabilidade do momento da formatura podem ser completamente diferentes da época em que o aluno entrou na Universidade. Para poder seguir em frente e galgar uma carreira de sucesso o aluno deve continuar se especializando na sua área, e de preferência em mais de uma área de atuação, sempre buscando saber que tipo de profissão está mais em alta e se a escolhida o satisfaça profissionalmente e pessoalmente, pois nada adianta cursar uma área rentável financeiramente com gastos estrondoso em estudo se não proporciona ao profissional satisfação em realizar o seu ofício e acaba, consequentemente, no abandono da carreira.”
Diante das opiniões expostas, conclui-se que definir uma vocação e optar por um curso superior é uma tarefa complicada. Os jovens possuem uma mentalidade ainda imatura em relação a sua futura profissão e mudam de opinião a cursos constantemente. Há, com certeza, casos isolados em que a pessoa já desenvolve uma aptidão e firma seu propósito nela muito cedo, direcionando seu foco profissional para um único caminho, se especializando nele e trilhando seus passos numa estrada de sucesso. Porém, há aqueles que, começam e abandonam vários cursos até conseguir achar sua verdadeira vocação. O fato é que, seja curso técnico ou curso superior, o que vale é fazer o que se gosta e com prazer. O rendimento financeiro vai da criatividade de cada um, pois num mundo globalizado pode-se ser muito bom numa área com um curso superior renomado, mas não atrai olhares mais atentos dos consumidores ao seu produto por falta de criatividade de empreendedorismo. A “sacada”é fazer o que se gosta, com amor ao trabalho e com certeza os frutos desse esforço serão colhidos com sucesso.